Estamos de mudança!!!!

Olá amigos leitores,

Depois de muito tempo juntos e poucas atualizações (por questões diversas), estou partindo para novo projeto devido a mudanças de estratégia e foco.

Tivemos épocas boas que posso citar o exemplo do post sobre “Como exportar objetos complexos do 3D Max para o formato Collada” onde o mesmo foi o primeiro sobre o assunto em português e tivemos comentários fantásticos.

Como disse anteriormente, o foco mudou e agora ele é sobre Gerenciamento de Projetos e Metodologias Ágeis, pois alem de estar trabalhando na área, estou cursando um MBA e posteriormente obtendo a certificação.  Acredito que neste novo projeto eu me dedique mais, e quem sabe, apareça pelo menos um post por semana.

Aos fiéis seguidores segue o novo endereço, nos vemos lá!

projectprime.com.br

 

Sem título

Cronogramas com dias corridos no MS Project

Project 2013

Quando você insere a duração no cronograma do MS Project, o número de dias digitado é entendido como sendo dias úteis.

Para que o MS Project entenda sua digitação como dias corridos, digite o número de dias e em seguida: dd

Exemplo: 30 dd

Nota: Atividades com duração dada em dias corridos não são incluídas no caminho crítico.

Como exportar objetos complexos do 3D Max para o formato Collada(.dae)

Collada

Neste post irei mostrar depois de muitas tentativas e erros como exportar modelos feitos no 3D Max através do plugin ColladaMax OSS.

Sei que muita gente está penando tendo dificuldades para conseguir exportar seus modelos para o formato .dae, por isso tive a idéia de criar este tutorial após a instalação de vários plugins, varias versões e de várias dores de cabeça  até conseguir. Neste tutorial irei usar a versão 3.05B do plugin ColladaMax OSS, a ultima versão deste plugin é a 3.05C que não é estável e não tive muito sucesso usando ele.

Mãos a obra então:

  1. Primeiramente baixe o plugin ColladaMax versão 3.05B aqui . Essa versão serve para as versões do 3D Max 9, 2008 e 2009 (também tive problemas com a versão 2010 do 3D Max ).
  2. A instalação é bem simples: Após extrair os arquivos, copie o arquivo “ColladaMax.dle” para a pasta “C:\Arquivos de programas\Autodesk\3ds Max 2009\plugins”.
  3. Após a instalação do plugin, faça sua modelagem e exporte através do menu: File >> Export…
  4. Selecione a extensão COLLADA(*.DAE), e nomeie seu arquivo de acordo com sua preferência sem escrever a extensão .dae na frente (exemplo.dae), deixe que o plugin faça isso automaticamente.
  5. Após nomear o arquivo clique no botão Salvar.
  6. Irá aparecer uma janela com algumas opções a serem selecionadas. Se o seu modelo for estático, ou seja, sem animação, deixe selecionadas as opções conforme a figura abaixo e clique no botão OK. Caso seu objeto seja animado selecione a opção Enable Export e indique o frame inicial e final de sua animação e clique OK.
  7. Após a exportação abra o arquivo de sua modelagem com o bloco de notas ou outro editor similar, e encontre as linhas referentes às texturas usadas no projeto, como por exemplo:
<image id=”Textura.jpg” name=”Textura_jpg”>
<inite_from>file:///C:\Documents and Settings\Administrador\Desktop\Textura.jpg</inite_from>
</image>

Troque por:

<image id=”Textura.jpg” name=”Textura_jpg”>
<inite_from>Textura.jpg</inite_from>
</image>

Lembrando que os arquivos referentes às texturas devem estar no mesmo diretório dos arquivos .dae e que as linhas acima são apenas um exemplo, no projeto de vocês este caminho da textura pode mudar pois quando eu fiz a exportação salvei a mesma no meu desktop por isso o caminho é este, e quem usar mais de uma textura vai haver mais linhas no arquivo .dae referente às texturas. Vocês devem ficar muito atentos quanto a isso.

8.   Após editar estas linhas salve o arquivo sem alterar o nome.

Atenção: Se na inicialização do 3D Max o mesmo retornar um erro (“failed to initialize. Error code 126 – The specified module could not be found”) após a instalação do plugin pelo modo manual (colocando a DLE no diretório de plugins do 3D Max) ou através do executável (que nem sempre da certo) devemos instalar primeiramente o DirectX End-User Runtime Web Installer e o Microsoft Visual C++ 2005 SP1 Redistributable Package (x86 – x64). Provavelmente após a instalação do DirectX já funcione.

E está pronto seu modelo .dae para ser usado nos projetos de Realidade Aumentada.

De acordo com meu colega de forum João Toledo no curso do Luciano Augusto a maioria dos servidores de hospedagem contratados não suportam os arquivos .DAE porém apenas devemos renomear a extensão para TXT (.txt), exemplo: arquivo.dae —> arquivo.txt.

Devo dizer que não sou um “expert” em modelagem 3D e que meu conhecimento nesta área foi adquirido através de tentativas e erros #fail .

Qualquer duvida, sugestões, insultos podem ser ditos através dos comentários.

Abraços a todos!!!

Tome decisão!!!

Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças
como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a
repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar,
confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..

Se não quiser adoecer – “Tome decisão”

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é
feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder
vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de
doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer – “Busque soluções”

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.
Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o
fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de
mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia
negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que
está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando
toneladas de peso… uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com
muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer – “Aceite-se”

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos
algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os
que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos,
destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é
sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer – “Confie”

Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria
liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não
há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em
Deus.

Se não quiser adoecer – “Não viva SEMPRE triste!”

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida
longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.

“O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia.

Dr. Dráuzio Varela

Como detonar sua equipe em 10 lições!

Resolvi criar um post com as 10 lições abaixo que são focadas em gestão de pessoas, as lições servem para a maioria dos sistemas empresariais atuais abertos, pois nestes últimos tempos estou tendo várias experiências (positivas e negativas) quanto a isso.

As 10 lições são:

1 – Nunca peça claramente o que você quer, afinal sua equipe não pode ter boa vida.
2 – Faça o acompanhamento das encomendas sempre na véspera da data de entrega combinada pois a vida tem que ter emoções!!
3 – Nunca agende as reuniões. Convoque-as sempre de surpresa para testar o nível de prontidão da equipe.
4 – Estabeleça uma pauta fixa para as reuniões pois os problemas são sempre os mesmos.
5 – Reuniões rápidas e objetivas são tão ruins quanto fast-food. As reuniões demoradas é que medem o comprometimento da equipe.
6 – Atas de reunião são para aqueles que não comparecem. Nunca as faça como forma de estimular a participação de todos.
7 – Os participantes das reuniões são pessoas essenciais. Como a equipe do projeto também é, convoque sempre todos, indistintamente.
8 – Nunca cobrar o que você pediu de quem você pediu como forma de estimular a equipe a trabalhar de forma integrada.
9 – Nunca deixe claro quais são as suas reais expectativas em relação à equipe, pois equipe boa tem que adivinhar o que o chefe quer.
10 – Chefe é chefe e não se mistura com a ralé, então nada de deixar bons canais de comunicação abertos com o “Zé Povinho”.

Quem quiser colaborar com experiências pessoais ou alheias, por favor não se intimide em comentar.

Abraços!

Sem doutorado? Então fora!

A crise está produzindo alguns efeitos magníficos, que ninguém planejou. Belezas do capitalismo: milhões de pessoas fazendo escolhas independentes e produzindo efeitos que ninguém previu.

Muitos profissionais que perdem empregos nos Estados Unidos estão virando professores. Isso mesmo. Contadores vão para as escolas ensinar, depois de muitos anos com a mão na massa. Projetistas vão para escolas e faculdades ensinar desenho industrial e por aí afora.

Se perdessem os empregos, dois meninos maluquinhos que resolveram cair na vida, em vez de virar acadêmicos, poderiam ir dar aulas. Muitas universidades receberiam Bill Gates (Microsoft) e Steven Jobs (Apple) de braços abertos. Acredito que haveria uma enorme disputa entre as melhores universidades para ver quem conseguiria levar qual.

No Brasil, como professores, bateriam com o nariz na porta.

Como nenhum dos dois tem mestrado ou doutorado, não valem nada para qualquer universidade brasileira. O Ministério da Educação não os reconhece. Um profissional fantástico sem mestrado ou doutorado é proibitivo para uma universidade brasileira.

Cirurgiões que foram dos bancos da escola para as salas de operação não poderiam lecionar em faculdades. Sua experiência avançadíssima vale zero.

Não passaram pelos rituais de iniciação: gastar tempo escrevendo dissertações. Estão fora. Graças ao MEC, no Brasil, vigora o “quem sabe faz e quem não sabe ensina.”

Simon Schwartzman, especialista em educação superior e pós-graduada, disse numa entrevista (Veja 2059, 7 de maio de 2008): “O professor [brasileiro] participa de um congresso ou publica um artigo numa revista que ninguém lê.” Em outras palavras, os professores brasileiros passam a vida fazendo imensos esforços para ter impacto zero no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e das políticas públicas.

Parece anedota, mas não é. Criou-se um clube de amigos que publicam em revistas nas quais, não raro, o intervalo entre o término de uma pesquisa e sua publicação pode ser de até 4 anos. Só essas revistas são reconhecidas. Outras mídias (jornais, revistas, TV) de nada valem, ainda que possam ser lidas por milhões de pessoas. Isso em tempos de Internet.

Nikola Tesla (o inventor da geração de corrente alternada que move o mundo) não teria emprego em nenhuma universidade brasileira. Dificilmente conseguiriam publicar um artigo em revista Qualis (esse é o codinome das revistas que o MEC reconhece).

Na Universidade de Chicago, a maior ganhadora de prêmios Nobel (79 ao todo, 27 em Física e 25 em economia), é possível entrar sem jamais ter ido para a escola, qualquer escola. Lá, o principal critério para contratação de um professor de economia é o potencial para um prêmio Nobel. A universidade sabe que cada prêmio Nobel é um pote de mel para atrair alunos, doações e outros bons professores.

Recentemente, na feira de ciências de uma escola secundária na área de Boston, em Massachussets, um adolescente de 16 anos apresentou um trabalho da maior relevância para a saúde pública no Brasil: descobriu que o vírus da hepatite C e o vírus da dengue são primos próximos. Este atalho pode economizar muitos anos na descoberta da cura da dengue (sabendo que os vírus são primos próximos podem-se usar muitos conhecimentos já avançadíssimos sobre o vírus da hepatite C, para a dengue).

O caminho até a cura da dengue ainda é longo, mas será muito mais curto do que sem a descoberta.

No Brasil, ninguém o levaria a sério porque ele não tem idade nem para poder entrar para uma faculdade, como, de resto, não levaram o Portellinha, sobre quem comentei n’O Estadão em “Deixem o Portellinha estudar em paz,” (O Estado de São Paulo, 12 de março de 2008, pág 2). Apesar de aprovado no vestibular de direito com sete anos de idade, Portellinha foi impedido, pelo lobby da OAB e pela lei, de entrar para a universidade.

O interesse dos burocratecas do MEC está em formalidades e papelório.

O currículo oficial do CNPq registra minúcias da vida de professores que me lembram o que meu amigo Lorenzo Meyer, historiador mexicano, chamava de ridiculum vitae.

Qualquer atividade acadêmica exige um papel assinado por alguém atestando que aquilo é verdade. Vou além de Simon: o pouco tempo que sobra de tentar publicar artigos que não serão lidos por ninguém é consumido correndo atrás de papelório inútil.

Tomara que Bill Gates e Steven Jobs não percam seus empregos, pois poderemos continuar a curtir nossos produtos Microsoft e nossos Macs e iPhones.

No Brasil, Bill Gates e Steven Jobs não teriam tempo para inventar nada. Perderiam seu tempo correndo atrás dos certificados que os legitimaria perante a burritzia nacional.

As invenções, ora, as invenções… são coisas de gringo… Aqui basta uma política industrial para dar dinheiro aos amigos do rei.

Quando a lei e os oligopólios de proteção profissional impedem o progresso de alguém porque não passou pelos rituais de iniciação, fica mais fácil entender porque o Brasil não tem nenhum prêmio Nobel, em nenhum campo.


Alexandre Barros é cientista político (PhD, University of Chicago) e diretor-gerente da Early Warning: Políticas Públicas e Risco Político (Brasília – DF), além de colaborador regular d’O Estado de São Paulo. Ele pode ser contactado em alex@eaw.com.br.

O perfil do profissional que as empresas procuram no mercado

Tive a oportunidade de ler na revista Estudos e Negócios uma matéria escrita por Arnaldo Hase onde comenta as perguntas e respostas de uma mesa-redonda aberta que tratou este assunto. Um dos convidados foi a Professora Paulette Alberis Alves de Melo, considerei muito oportunos seus comentários para a realidade atual e fiz um resumo.

Com relação a quais são as características desejadas pelas empresas do Brasil em relação ao perfil profissional, a professora Paulette comentou:

Os profissionais precisam ter competências que sejam canalizadas para a geração de negócios para a empresa. São pré-requisitos: agilidade, coletividade e capacidade de gerar valor agregado ao produto. O profissional hoje precisa ser multifuncional, ter habilidade para trabalhar em equipe e ter uma série de atitudes resultantes de uma vertente ética pesada. Que seja capaz de compatibilizar inteligência, experiência e expertise, transformadas em valores éticos, e que tenha uma visão global mesmo que ele não trabalhe fora do país. Ao lado disso, ele precisa ser capaz de entender as estratégias de sua empresa, capaz de se auto-liderar a ponto de fazer parte dos grandes desafios que as empresas enfrentam, que são produzir mais com cada vez menos recursos de forma sustentável, recorrente, com responsabilidade social e respeito ao meio-ambiente. Estes são os caminhos que temos que tentar completar. Isso é o que cada um de nós terá que prover para garantir a própria empregabilidade. Eu preciso de uma empresa que seja socialmente justa, ambientalmente responsável e economicamente viável.

Quando olhamos para a realidade das empresas, precisamos de alguém que seja capaz de se auto-liderar para poder remar contra a correnteza e ser ético; garantir a sobrevivência da sua empresa e gerar valores de forma recorrente sustentável, de forma a gerar cada vez mais resultados com cada vez menos recursos. Cidadania, responsabilidade social e mais respeito ao meio-ambiemte.

E como eu me capacito para garantir isso para a minha empresa? Investindo no meu auto-desenvolvimento. O profissional precisa ter um nível de compromisso emocional tal que consiga auto-liderança, enriquecendo a si próprio, enriquecendo o ambiente e fazendo um ciclo contínuo.

De fato, pela primeira vez as pessoas têm na história a oportunidade de se auto-liderar, por isso precisamos buscar conhecimento e investir em nós próprios. Gerar as atitudes, expertise, o trabalho em equipe, energia e compromisso emocional a partir de ‘mim’. E fazer com que isso se transforme em compromisso social. Desafios que são do nosso tamanho e que nós podemos confrontá-los. Nós somos capazes.

As empresas contratam pela atitude, porque as atividades somos capazes de desenvolver. Precisamos sair da descrição do cargo e ir para a ação. É a atitude emocional que faz a diferença. O quanto de amor eu coloco no trabalho.

Muitas vezes o profissional se prepara com seus estudos, pós-graduação, cursos, idiomas e quando chega ao seu objetivo dentro de uma empresa, se acomoda. Nós temos que estar sempre atentos para o fato de estarmos vivendo no século da velocidade. A neurose da velocidade está sendo paradigmática para nós, mas em relação a pessoas, tenho que plantar e regar todos os dias. Isso que o profissional que entra na empresa tem que saber: tem que plantar e regar durante muito tempo.

É assim que quando olhamos para um cenário de incertezas, bate aquele medinho, aquela coisa de “para onde eu vou, será que estou no caminho certo?”…. Vou citar a frase de um filósofo: “Vá na direção em que seu medo cresce”. Você tem medo?.. Encare e brigue com coragem.

A professora Paulette Alberis Alves de Melo é formada em direito, pós-graduada em Administração de Instituições Financeiras pela FGV, MBA em Gestão Empresarial também pela FGV, mestre em Administração pela Universidade IMES, superintendente regional do ABC do grupo Santander Banespa, professora da FGV/Strong, e atuante por 10 anos como presidente da ONG “trabalhando com Responsabilidade Social”.